Para além de dos aspectos técnicos que os novos portáteis da Apple apresentam, isto é, nova placa gráfica, novo processador, entre outros, há outras novidades mais “escondidas” que começam a surgir à medida que são vendidos os primeiros modelos.
Comecemos pelo mais óbvio: não há ligações Firewire 400. Isto implica que o Target Disk Mode, um dos métodos utilizados para a recuperação de dados de uma instalação para outra, é agora inútil, uma vez que dependia directamente desta ligação. Segundo a Apple, este método é facilmente substituido por outros, como o Time Machine, por exemplo. No mínimo discutível.
Não foi só a placa gráfica que se alterou nos novos portáteis, o chipset também sofreu uma actualização: passou a ser o NForce (da Nvidia), e não mais o da Intel. Ou seja, o processador já não é controlado por um chipset da própria marca, uma situação que não é a ideal, mas que deverá ter sido bem estudada e terá com certeza outras vantagens. Sugestões?
Quanto ao monitor, ele tem um vidro a cobrir todo o ecrã LCD, colado apenas pelos cantos ao chassis de alumínio. No entanto, na eventualidade de quebrar o vidro, todo o LCD terá de ser substituido. Nada prático.
Aparentemente, e porque o trackpad suporta gestos com até 4 dedos, a versão do Leopard que vem pré-instalada é ligeiramente mais actual do que a disponível para todos os restantes modelos. Faz sentido.
Por fim, quem ligar o auscultador do iPhone à saída de som do portátil, terá uma agradável surpresa quando descobrir que o microfone incluído no cabo dos auscultadores do iPhone também funciona. Boa!
Tudo isto num novo portátil, mais leve, mais firme, mais rápido, mas não mais barato.
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