Esta drive de disquetes surgiu pela primeira vez em 1978, a Apple Disk ][ (2), tinha uma capacidade de 144 kilobytes, que para a altura, era um “espação”, sofre agora esta alteração no mínimo interessante.
Charles Magin construiu dentro dela um MacMini, com detalhes geniais: interruptor na parte de trás acessível, a abertura para a disquete alinhada com a abertura para o leitor de DVD e a luz frontal adaptada para indicar o estado do MacMini.
Os acabamentos não são perfeitos, mas a ideia é genial. Parabéns.
Mais fotografias podem ser vistas num set na sua conta do Flickr
Já deve ter lido pelo menos uma vez que é possível instalar o Mac OS X (ligeiramente alterado) em algumas máquinas como computador de secretária, portáteis e netbooks, em geral, PCs, prática que leva os computadores a serem vulgarmente denominados de hackintosh.
Como os netbooks estão na moda, não escapam às tentativas desenfreadas de serem instalados com o Leopard “alterado”. Um desses modelos, com uma compatibilidade de 100%, é o MSI Wind.
Ora foi num modelo parecido com este que Jay Pan quis mostrar ao mundo que afinal um Intel Atom (processador utilizados nos netbooks, de muito baixo consumo) afinal não são assim tão “alejadinhos” quanto isso.
À semelhança de como aconteceu na outra história, este utilizador conseguiu correr 80 aplicações em simultâneo, sem tirar nem pôr. Não acredita? Ora veja. As características e programas abertos mais abaixo.
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Este rapaz de 9 anos, de Singapura, aluno da quarta classe, é um rapaz especial: quando deveria estar a brincar à bola ou desenhar, faz programação para o iPhone.
Lim desenvolveu uma aplicação chamada Doodle Kids [iTunes] que permite fazer desenhos no ecrã, completamente sozinho, e já rendeu mais de 4000 downloads.
Lim não ficará por aqui, mais aplicações virão. Para acompanhar os seus lançamentos, guarde este endereço: Virtual GS [iTunes]
Impressionante!

Só não vê quem não quer: os Macs estão a crescer a nível mundial a um ritmo como nunca dantes visto. Por este andar, o mesmo de Fevereiro de 2009 deverá trazer valores superiores a 10%, taxa de utilização de Macs em todo o mundo ligado à Internet.
De notar também outros dois factores: a subida acentuada da taxa de utilização de iPhones, e a queda igualmente acentuada dos utilizadores de Windows. Adicionando este valor à igualmente decrescente taxa de utilizadores linuxianos, é fácil perceber qual a escolha acertada do momento.
Quem trabalha num portátil tem a vantagem da bateria, mas que trabalha num computador de secretária conhece o filme: de repente, passadas várias horas de trabalhar num documento sem gravar, acontece uma falha de energia e o computador desliga-se e o pânico instala-se.
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Gary Hustwit está a realizar um documentário sobre os gadgets mais interessantes e de maior impacto dos últimos tempos, a chamar-se Objectified, e claro, não poderia deixar de ser, inclui a Apple.
No decorrer das filmagens, Gary tirou uma fotografia com Jonathan Ive, responsável pela equipa de design de produtos da Apple, a segurar o que parece ser um MacBook Air de 15”, dizem os especialistas em análise de imagens, dado o tamanho do teclado na mesa, elemento que serve de comparação aos restantes que compõem a imagem.
Para além desse facto, há outro a resgistar: é uma rara oportunidade de ver como é “por dentro” da Apple, pelo menos dá para perceber que o local de trabalho de Jonathan é bem equipado…
Quando utiliza-se uma pen ou disco externo entre sistemas operativos como o Leopard e o XP ou Vista, acaba-se por optar formatar a pen num formato compatível entre os dois, ou seja, MSDOS(Fat).
Como o Leopard utiliza nativamente o HFS, utiliza uma técnica denominada de resource fork, que serve para estruturar dados de ficheiros. Para um disco HFS, essa técnica é conhecida, mas para outros formatos é preciso adaptar essa técnica, e essa adaptação é a criação dos tais ficheiros começados por ._ na raiz de uma pen, disco duro, ou até mesmo de uma partilha entre Mac e PC.
No entanto, o Leopard oferece uma maneira simples de limpar esses ficheiros. Utilizando uma janela do Terminal, executa-se o seguinte comando:
dot_clean /caminho/para/volume
O /caminho/para/volume deve ser substituido pelo caminho, normalmente /Volumes/ seguido do nome da pen (ex.: dot_clean /Volumes/Pen).
Uma dica muito interessante, dada pelo David Rodrigues no seu blogue Sixhat Pirate Parts.
Já não é a primeira vez que se ouve falar no assunto, instalar um sistema operativo diferente no iPhone, mas é a primeira vez que surge um filme com mais alguns detalhes sobre o sucesso da operação.
A última novidade é-nos trazida pela Devteam que conseguiu instalar uma versão Linux kernel 2.6 e correr alguns comandos que permitem controlar parte do telemóvel. Mediante um bootmanager desenvolvido para o caso é possível escolher no arranque do telemóvel qual o sistema operativo que queremos. Isto é possível devido à semelhança entre os sistemas operativos iPhone OS e o Linux, e à possibilidade de aceder à memória do iPhone através de um cabo USB.
O projecto está ainda no início, mas como se pode ler está claro que o objectivo é continuar a desenvolver mais controladores para todas as funcionalidades do iPhone.
O vídeo de demonstração está disponível aqui.
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