Algumas novidades foram apresentadas na segunda versão beta enviada aos programadores da futura firmware 2.2 do iPhone e iPod Touch, já aqui reportadas.
Mas esta novidade é, na minha opinião, pouco inteligente. A Apple mudou recentemente as regras em relação aos comentários na App Store, sendo que agora, para deixar um comentário, é preciso comprar o software. Até aqui tudo bem. Parece que, agora, na nova versão, quando eliminar uma aplicação, será convidado a classificá-la de 0 a 5.
Ora, à partida, se removeu o software, é porque não gostou dele, certo? Por motivos de espaço não será certamente, encher o iPhone com 8GB é obra. Logo, o resultado será na sua maioria negativo. Fará sentido informar a empresa responsável do software o quanto má é que ele é?
Recentemente a Apple retirou da sua loja on-line dos EUA o MacMini (que entretanto voltou a colocar), provavelmente porque estará para breve uma actualização do mesmo, diz-se.
A verdade é que a empresa Macminicolo afirmou passada terça-feira ter informações de fontes seguras que estará para breve uma actualização do MacMini, finalmente. Mais, avança que serão três as grandes novidades do novo mini-computador da Apple
uma saída DisplayPort, à semelhança dos novos portáteis
suporte para um total de 4GB de memória DDR3
uma drive óptiva SATA
Quanto à plataforma, parece-me óbvio que, ao haver realmente uma actualização, seja adoptado o mesmo chipset da Nvidia dos novos portáteis e a placa gráfica, Geforce 9400M, uma vez que toda a sua arquitectura se assemelha a de um portátil.
As próxima semanas dirão de sua justiça. Entretanto, serviu de inspiração a mais um mockup, desta vez da autoria de Mac Funamizu (será que Mac é o seu nome artístico ou real?).
A próxima actualização do software do iPhone (e iPod Touch) promete: download de podcasts directamente para o telemóvel e o Google StreetView são algumas das novidades.
O Google StreeView já não é novo. Acessível através do serviço on-line de mapas do Google, esta funcionalidade permite-lhe ver fotografias a nível da estrada em determinados pontos do planeta (na maioria cidades dos EUA) e navegar pelas ruas de fotografia em fotografia, e rodar à volta do ponto onde se encontra 360 graus na vertical e na horizontal. Tudo isto estará aparentemente disponível no iPhone. Interessante, mas para a realidade Portuguesa, para já, inútil (e para quem viaja, uma conta choruda de roaming de dados).
A outra novidade, essa de toda útil, é a possibilidade de subscrever a Podcasts e fazer o seu download directamente no iPhone. Com isto já não é preciso mais ligar ao iTunes para a sincronização de conteúdos, no entanto, uma vez conectado, o iPhone irá sincronizar na mesma todas as subscrições efectuadas tanto num lado como no outro. Recentemente a Apple rejeitou uma aplicação submetida ao App Store que fazia exactamente isso. Agora entende-se (ou nem por isso) a rejeição.
Para além destas funcionalidades parece que é desta que teremos o botão para desligar o corrector automático. Mais uma pérola para a lista de funcionalidade de um iPhone.
Toda esta informação foi descoberta na segunda versão daquilo que a Apple propõe ser a versão 2.2 do software do iPhone e iPod Touch, enviado recentemente aos programadores.
Chegou finalmente para o iPhone o Google Earth, uma transposição para a plataforma móvel do iPhone do famoso software para Mac e PC.
Esta primeira versão contém, para além do globo animado com todas as imagens de satélite e mapa de estradas actualizados, informações e fotografias geolocalizadas do Wikipedia e Panoramio respectivamente, ao estilo do que acontece na aplicação para desktops.
Está disponível para download gratuito a partir da App Store, em 18 linguas e 22 países, Portugal incluído, claro está.
Este pequeno filme demonstrativo feito pela equipa da Apple é bastante elucidativo das capacidades, embora a velocidade de funcionamento demonstrada seja exageradamente acelerada.
A Apple começou a testar a nova actualização do Leopard, versão 10.5.6, que será provavelmente a actualização mais completa até agora.
Prevê-se que este pacote trará 60 actualizações e correcções, entre funcionalidades e programas como Safari, ColorSync, o Finder, a Agenda, iSync e iChat.
Espera-se que seja igualmente actualizado o Quicktime para a versão 7.6, com melhor performance em filmes com som digital 5.1, ficheiros AAC, MPEG1 e Apple Lossless.
Segundo o jornalista John Markoff, do New York Times, há um novo computador da Apple por aí a navegar em algumas páginas da Internet.
De acordo com fontes que diz serem credíveis, foram recolhidos dados de um motor de busca não especificado que apontam para a existência de um dispositivo da Apple que não um iPhone nem um MacBook a navegar e fazer pesquisas na Internet.
Como não poderia deixar de ser, surgiram rumores que indicam ser alguma coisa parecida com um Netbook ou até mesmo um iPhone em tamanho maior, ao estilo de um Tablet PC.
Segundo opinião de Steve Jobs em recentes aparições, a Apple estará atenta ao mercado dos Netbooks e diz que dispositivos como Tablet PCs são ainda de utilidade reduzida, mas não descarta o interesse no seu desenvolvimento.
Anteriormente suspeitava-se que tal poderia acontecer, e agora parece que se tornou realidade.
Os mais recentes relatos de (contentes) proprietários de novos MacBooks concluíram em práticos testes que o esforço por parte do processador durante a reprodução de vídeos codificados em H.264 (todos os trailers HD da Apple, por exemplo), é mais reduzido comparativamente aos MacBooks anteriores.
Partindo do princípio que a descodificação seria feita por software, o facto dos novos MacBooks terem um processador mais avançado só por si não explica a diferença entre 100% e 24% de taxa de ocupação do CPU aquando da reprodução. Os novos MacBooks deverão mesmo ter no chip da placa gráfica a capacidade de descodificação deste codec por hardware.
Caso contrário, como se explicaria esta diferença? Opiniões?
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